DESFUNÇÕES. A morte de Deus é o começo de muitos outros Deuses. OS GATOS RENASCEM. O gato indeciso não arrisca o pulo Sua dúvida é se teria completado o ciclo das sete vidas.
No olho do peixe a soberba do homem. no olho do homem a fome do peixe. na sabedoria do anzol e na saliência da isca estamos em processo de desconstrução. o peixe sabiamente ao fisgar a isca consolida a inutilidade humana de seres enlatados na conserva do câncer. Wilson bernardo(poema & fotos)
segunda-feira, 18 de maio de 2009
BALADEIRAS.
Entre atirar a primeira
pedra e a duvida
o menino não quis conversa
o alvo foi bem natesta.
Wilson Bernardo(foto & poema)
quinta-feira, 14 de maio de 2009
APENAS UMA TEORIA.
O que Freud complica
uma foda
explica.
Wilson Bernardo(poema e escultura foto)
DICOTOMIA!
O ensino da mais pura filo sofia inigmas da fome Platão. a lasciva ideia de superação em que no sertão é pura imagistica o que todos os dias estiagens que se confundem o argonauta e a hermeneutica de que pratão se compoem de água,sal e feijão fava consida farinha e gigilim na fome filosofica de Platão gregas sabedorias.
Platão no sertão se mata a fome com pratão de angu de milho e pé de porco.
Wilson Bernardo(poema e foto)
CABEÇAS DE ANGICO AGRESTE.
O estupro agreste Petrolina refaz a carne ficina orelhas no chão em abanos o abandono da fé cabeças glauberianasdesipadas da alma o corpo e mula sem pensar. na boca se enterra os testiculos engodos e os açoqueiros de plantão fazem a festa da vingança. sertão de penitentes e pedintes mortes.
Que os poetas mortos repousem Lentamente aos ânus que se passam Fetritos Flores feretras no rabo das constelações. Poetas vivos em degustações dionisíacas Fedras A pedra solida que se quebram egos. Theofênias gregas sarcásticas orgias Um pau no cu das andorinhas E sabiás condoreiros, desmatadas palmeiras. Lamber a pureza do sexo de Safo Ao som dos ventos em Lesbos Adormecer na boca da flor A morte inventiva do orgasmo. Tem muita poesia de poetas Masturbados em próstatas despercebidas.