A POÉTICA DAS MACAUBAS AGRESTES.
Que os poetas mortos repousem
Lentamente aos ânus que se passam
Fetritos
Flores feretras no rabo das constelações.
Poetas vivos em degustações dionisíacas
Fedras
A pedra solida que se quebram egos.
Theofênias gregas sarcásticas orgias
Um pau no cu das andorinhas
E sabiás condoreiros, desmatadas palmeiras.
Lamber a pureza do sexo de Safo
Ao som dos ventos em Lesbos
Adormecer na boca da flor
A morte inventiva do orgasmo.
Tem muita poesia de poetas
Masturbados em próstatas despercebidas.
Wilson Bernardo(POEMA & FOTO)
Que os poetas mortos repousem
Lentamente aos ânus que se passam
Fetritos
Flores feretras no rabo das constelações.
Poetas vivos em degustações dionisíacas
Fedras
A pedra solida que se quebram egos.
Theofênias gregas sarcásticas orgias
Um pau no cu das andorinhas
E sabiás condoreiros, desmatadas palmeiras.
Lamber a pureza do sexo de Safo
Ao som dos ventos em Lesbos
Adormecer na boca da flor
A morte inventiva do orgasmo.
Tem muita poesia de poetas
Masturbados em próstatas despercebidas.
Wilson Bernardo(POEMA & FOTO)
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